Claudio Fontinha
22/05/2009
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Maria nossa Mãe e guia
A aliança com Maria Santíssima forja a nossa personalidade
A autoformação mariana nunca é o esforço de um individuo solitário que luta angustiadamente para afirmar a sua personalidade e aperfeiçoar-se a si mesmo. O único esforço que leva à plenitude do nosso ego é o realizado no amor, pois a personalidade conquista-se à medida que amamos: a medida da nossa grandeza é a medida do nosso amor.
O amor a Maria tira-nos do nosso pequeno eu, ensina-nos a dar e a receber amor e com ele vencer em nós tanto a tendência para o enclausuramento individualista como a tendência para nos deixarmos arrastar pela corrente massificante que reina hoje em dia.
«A consagração (a Maria) contém, compreendamo-lo bem- afirma o P. Kentenich - uma espécie de fusão de personalidades. Vence a despersonalização que tem a sua raiz na massificação. Entrelaça de modo mais íntimo e pessoal, pelo amor, uma pessoa com outra, com a vantagem consequente para ambas.Certamente trata-se aqui de mistérios incompreensíveis do amor, que, para a grande maioria dos nossos contemporâneos, são um livro com sete selos. O homem massificado, em todas as formas que este se apresenta, é demasiadamente cómodo para amar verdadeiramente. falta-lhe também a profundidade, o calor e a fidelidade necessária para ele. Não se dá ao trabalho de conquistar e quer receber, não gosta de se sentir ligado ao tu nem cultivar pacientemente um amor. Esse não suporta o seu activismo. Só quer gozar, gozar, gozar. Falta-lhe o ponto de comparação para se dar conta do que significa perder o núcleo da sua personalidade ao ser arrastado pelo colectivismo massificado, e o que significa, por outro lado, a redenção da personalidade através de um autêntico e verdadeiro amor pessoal. Este amor tem a sua máxima expressão numa misteriosa unidade de vida e fusão de corações. Oferece uma maravilhosa transmissão de vida, enriquece o tu. Se for recebido correctamente, fortalece o núcleo da própria personalidade de uma tal forma que normalmente seria impossivel tê-lo por outro caminho.
Maria exerce uma imcomparável atração de amor sobre os nossos corações; Ela é capaz de nos ganhar nas raízes mais fundas do nosso ser. O amor a Ela tira-nos do egocentrismo, deste estar constantemente centrado no nosso próprio eu, e , muitas vezes, inclusivamente, nas nossas próprias misérias; tira-nos do anonimato da massa, pois quem ama e se sabe amado possui a alegria de ser e reconcilia-se consigo mesmo ao saber-se aceite e valorizado pessoalmente.
Animados pelo amor a Maria será dificil que caiamos no formalismo. Diante de Maria somos e podemos dar-nos como crianças. Diante Dela não necessitamos de uma carta de apresentação, nem de estarmos vestidos com etiqueta. Ela sabe como somos e ama-nos, não primariamente pelo que fazemos, mas simplesmente porque somos seus filhos.
O amor a Maria leva-nos igualmente a sair do passivismo e da pusilanimidade. Quem está em aliança com Maria não pode desdizer com suas palavras, atitudes ou acções, a sua qualidade de filho: «Nobreza obriga». O amor a Ela impele-nos ao heroísmo. Quem selou uma aliança com Maria, sabe que conta com o seu poder e graça, e assim nunca desfalecará na luta; com audácia, atrever-se-á a empreender novas conquistas. Estará constantemente necessitado de uma realização mais plena do ideal e se sentirá impelido a mudar tudo aquilo que não leve o selo mariano, tanto em si mesmo como na sociedade.
A aliança com a Santissima Virgem dá tambem a harmonia entre natureza e graça.Com Maria venceremos o naturalismo, pois através Dela estamos sempre em constante contacto com o mundo sobrenatural.Vencemos também o perigo de menosprezar a própria actividade, pois ela mostra-nos que Deus pede a nossa cooperação até à última, que Ele não quer redimir-nos sem nós, sem o nosso pleno e a nossa decidida cooperação, tal como lhe pediu a Ela.
O amor a Maria tira-nos do nosso pequeno eu, ensina-nos a dar e a receber amor e com ele vencer em nós tanto a tendência para o enclausuramento individualista como a tendência para nos deixarmos arrastar pela corrente massificante que reina hoje em dia.
«A consagração (a Maria) contém, compreendamo-lo bem- afirma o P. Kentenich - uma espécie de fusão de personalidades. Vence a despersonalização que tem a sua raiz na massificação. Entrelaça de modo mais íntimo e pessoal, pelo amor, uma pessoa com outra, com a vantagem consequente para ambas.Certamente trata-se aqui de mistérios incompreensíveis do amor, que, para a grande maioria dos nossos contemporâneos, são um livro com sete selos. O homem massificado, em todas as formas que este se apresenta, é demasiadamente cómodo para amar verdadeiramente. falta-lhe também a profundidade, o calor e a fidelidade necessária para ele. Não se dá ao trabalho de conquistar e quer receber, não gosta de se sentir ligado ao tu nem cultivar pacientemente um amor. Esse não suporta o seu activismo. Só quer gozar, gozar, gozar. Falta-lhe o ponto de comparação para se dar conta do que significa perder o núcleo da sua personalidade ao ser arrastado pelo colectivismo massificado, e o que significa, por outro lado, a redenção da personalidade através de um autêntico e verdadeiro amor pessoal. Este amor tem a sua máxima expressão numa misteriosa unidade de vida e fusão de corações. Oferece uma maravilhosa transmissão de vida, enriquece o tu. Se for recebido correctamente, fortalece o núcleo da própria personalidade de uma tal forma que normalmente seria impossivel tê-lo por outro caminho.
Maria exerce uma imcomparável atração de amor sobre os nossos corações; Ela é capaz de nos ganhar nas raízes mais fundas do nosso ser. O amor a Ela tira-nos do egocentrismo, deste estar constantemente centrado no nosso próprio eu, e , muitas vezes, inclusivamente, nas nossas próprias misérias; tira-nos do anonimato da massa, pois quem ama e se sabe amado possui a alegria de ser e reconcilia-se consigo mesmo ao saber-se aceite e valorizado pessoalmente.
Animados pelo amor a Maria será dificil que caiamos no formalismo. Diante de Maria somos e podemos dar-nos como crianças. Diante Dela não necessitamos de uma carta de apresentação, nem de estarmos vestidos com etiqueta. Ela sabe como somos e ama-nos, não primariamente pelo que fazemos, mas simplesmente porque somos seus filhos.
O amor a Maria leva-nos igualmente a sair do passivismo e da pusilanimidade. Quem está em aliança com Maria não pode desdizer com suas palavras, atitudes ou acções, a sua qualidade de filho: «Nobreza obriga». O amor a Ela impele-nos ao heroísmo. Quem selou uma aliança com Maria, sabe que conta com o seu poder e graça, e assim nunca desfalecará na luta; com audácia, atrever-se-á a empreender novas conquistas. Estará constantemente necessitado de uma realização mais plena do ideal e se sentirá impelido a mudar tudo aquilo que não leve o selo mariano, tanto em si mesmo como na sociedade.
A aliança com a Santissima Virgem dá tambem a harmonia entre natureza e graça.Com Maria venceremos o naturalismo, pois através Dela estamos sempre em constante contacto com o mundo sobrenatural.Vencemos também o perigo de menosprezar a própria actividade, pois ela mostra-nos que Deus pede a nossa cooperação até à última, que Ele não quer redimir-nos sem nós, sem o nosso pleno e a nossa decidida cooperação, tal como lhe pediu a Ela.
A tua MARCA estará para sempre gravada nos nosso corações
ResponderEliminarObrigado pelo exemplo k nos destes do teu inesgotavel AMOR à MÃE...
Hola! Mi nombre es Alan Cabello! Me toco vivir con Claudio en Alemania en el 2006. Sus amigos voluntarios y yo nos hemos enterado que ha sucedido algo con Claudio, pero nadie nos ha sabido decir a ciencia cierta que paso. Agradecería infinitamente quien pudiera ayudarnos a entender que ha pasado. Mi correo es alankbyo@hotmail.com.
ResponderEliminarHello! My name is Alan Cabello! I lived with Claudio in Germany during the summer of 2006. His volunteer friends and I have heard that there was some kind of accident , but nobody has been able to tell us exactly what happend. We would all be very grateful for any information. My email is: alankbyo@hotmail.com
Não me esquecerei da fidelidade e do Amor à Mãe que nos transmitia, da vontade de amar o próximo com o seu sorriso puro e ingenuo tal como o de uma criança que tanto gostava de ver sorrir!
ResponderEliminarSempre presente nos nossos corações!
CONTIGO!*
Patricia
"Obrigado pelo sorriso da criança, pela saudade e a lembrança, de uma estrela que brilhou."
ResponderEliminarSerás sempre para nós o exemplo de um verdadeiro apóstolo de Schoenstatt, obrigado por tudo o que nos ensinaste, nunca te esqueceremos e serás sempre a presença silenciosa connosco Claúdio.
MTA Juventude Apostólica de Schoenstatt
Foste fruto da vida deste grupo, és a semente das maravilhas que podem fazer.
ResponderEliminarComo nas outras, também não faltarás a esta caminhada, certamente mais frutífera com as graças que intercederás junto de Jesus.
Mano e filho, nunca te esqueceremos, estarás sempre vivo nas nossas mentes e nos nossos corações.
ResponderEliminarMano, Mãe e Sr. Carlos familiares do Claudio