26/08/2008

A MISSÃO.





Um encontro


Uma conversa


Um sorriso


Uma gargalhada


Um "obrigado"


Um aperto de mão


Uma lágrima


Um abraço


Um conforto


Um consolo


Uma palavra


Uma alegria


(...)




Já experimentaste tudo isto? E já experimentaste DAR?




A MISSÃO, ou seja, o nosso encontro voluntário com o Outro, dando de tudo isto um pouco, apenas ficando a ouvir, a consolar, a confortar, entregando os nossos melhores e mais profundos sentimentos, é das maiores gratificações que se pode ter enquanto espiritualidade. A Juventude de Schoenstatt do Porto realizou recentemente um Dia de Missão Jovem, em que todos pudemos experimentar a graça de Deus através do contacto com pessoas mais necessitadas.




  • O que damos? TUDO que de mais belo temos; a nossa Semente, que anseia germinar nos corações de quem visitamos, a quem levamos a palavra de Deus.


  • O que recebemos? todo um FRUTO magnífico do nosso trabalho, simplesmente através de um sorriso, ou de uma palavra de agradecimento. Em suma, uma felicidade imensa, que nos preenche o espírito e o coração!




No entanto, a verdadeira Missão não é apenas um dia, ou uma semana, mas é um projecto contínuo, diário. Nas mais pequenas coisas, podemos ser os verdadeiros missionários!


DUC IN ALTUM!
(Faz-te ao largo)

SÊ JOVEM, SÊ MODELO PARA O MUNDO!



(Bruna Cesar)

1 comentário:

  1. Obrigado Chefinha... Fiquei sem palavras...
    Tá divinal, verdadeiro...
    É isso mesmo o conceito de missão.
    Eu não conseguiria expressar melhor o conseito de missão.

    OBRIGADOOOOOOOOOOOOOOOOOO

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Maria nossa Mãe e guia

Maria nossa Mãe e guia

A aliança com Maria Santíssima forja a nossa personalidade

A autoformação mariana nunca é o esforço de um individuo solitário que luta angustiadamente para afirmar a sua personalidade e aperfeiçoar-se a si mesmo. O único esforço que leva à plenitude do nosso ego é o realizado no amor, pois a personalidade conquista-se à medida que amamos: a medida da nossa grandeza é a medida do nosso amor.
O amor a Maria tira-nos do nosso pequeno eu, ensina-nos a dar e a receber amor e com ele vencer em nós tanto a tendência para o enclausuramento individualista como a tendência para nos deixarmos arrastar pela corrente massificante que reina hoje em dia.
«A consagração (a Maria) contém, compreendamo-lo bem- afirma o P. Kentenich - uma espécie de fusão de personalidades. Vence a despersonalização que tem a sua raiz na massificação. Entrelaça de modo mais íntimo e pessoal, pelo amor, uma pessoa com outra, com a vantagem consequente para ambas.Certamente trata-se aqui de mistérios incompreensíveis do amor, que, para a grande maioria dos nossos contemporâneos, são um livro com sete selos. O homem massificado, em todas as formas que este se apresenta, é demasiadamente cómodo para amar verdadeiramente. falta-lhe também a profundidade, o calor e a fidelidade necessária para ele. Não se dá ao trabalho de conquistar e quer receber, não gosta de se sentir ligado ao tu nem cultivar pacientemente um amor. Esse não suporta o seu activismo. Só quer gozar, gozar, gozar. Falta-lhe o ponto de comparação para se dar conta do que significa perder o núcleo da sua personalidade ao ser arrastado pelo colectivismo massificado, e o que significa, por outro lado, a redenção da personalidade através de um autêntico e verdadeiro amor pessoal. Este amor tem a sua máxima expressão numa misteriosa unidade de vida e fusão de corações. Oferece uma maravilhosa transmissão de vida, enriquece o tu. Se for recebido correctamente, fortalece o núcleo da própria personalidade de uma tal forma que normalmente seria impossivel tê-lo por outro caminho.
Maria exerce uma imcomparável atração de amor sobre os nossos corações; Ela é capaz de nos ganhar nas raízes mais fundas do nosso ser. O amor a Ela tira-nos do egocentrismo, deste estar constantemente centrado no nosso próprio eu, e , muitas vezes, inclusivamente, nas nossas próprias misérias; tira-nos do anonimato da massa, pois quem ama e se sabe amado possui a alegria de ser e reconcilia-se consigo mesmo ao saber-se aceite e valorizado pessoalmente.
Animados pelo amor a Maria será dificil que caiamos no formalismo. Diante de Maria somos e podemos dar-nos como crianças. Diante Dela não necessitamos de uma carta de apresentação, nem de estarmos vestidos com etiqueta. Ela sabe como somos e ama-nos, não primariamente pelo que fazemos, mas simplesmente porque somos seus filhos.
O amor a Maria leva-nos igualmente a sair do passivismo e da pusilanimidade. Quem está em aliança com Maria não pode desdizer com suas palavras, atitudes ou acções, a sua qualidade de filho: «Nobreza obriga». O amor a Ela impele-nos ao heroísmo. Quem selou uma aliança com Maria, sabe que conta com o seu poder e graça, e assim nunca desfalecará na luta; com audácia, atrever-se-á a empreender novas conquistas. Estará constantemente necessitado de uma realização mais plena do ideal e se sentirá impelido a mudar tudo aquilo que não leve o selo mariano, tanto em si mesmo como na sociedade.
A aliança com a Santissima Virgem dá tambem a harmonia entre natureza e graça.Com Maria venceremos o naturalismo, pois através Dela estamos sempre em constante contacto com o mundo sobrenatural.Vencemos também o perigo de menosprezar a própria actividade, pois ela mostra-nos que Deus pede a nossa cooperação até à última, que Ele não quer redimir-nos sem nós, sem o nosso pleno e a nossa decidida cooperação, tal como lhe pediu a Ela.