21 Junho 2008
Se nos interrogarmos “O que devemos fazer na Igreja, principalmente nós, os jovens?” temos que aprender a conhecer a Cristo. Constantemente. Aprender de Cristo. N’Ele encontram-se verdadeiramente os tesouros insondáveis da sabedoria e da ciência. Nele, o homem, sobre quem pesa suas limitações, seus vícios, suas fraquezas e seus pecados, converte-se realmente no “homem novo”, converte-se no homem “para os demais” e converte-se também na glória de Deus, porque a glória de Deus, como disse São Irineu de Lyon, é o “homem vivente”. A experiência de dois milénios ensina-nos que, nesta obra fundamental, a missão de todo o Povo de Deus não existe nenhuma diferença essencial entre o homem e a mulher. Cada um em seu género segundo as características especificas da feminilidade e da masculinidade, chega a ser esse “homem novo”, quer dizer, esse homem “para os demais” e, como homem vivente , chega a fazer a glória de Deus, no sentido hierárquico, está dirigida pelos sucessores dos apóstolos, e, portanto, pelos homens, é ainda mais verdade que, no sentido carismático, as mulheres a “conduzem” igualmente, e inclusive melhor ainda: convido-vos a pensar frequentemente em Maria Mãe de Cristo, que com seu amor nos deu seu amado Filho até à sua morte, ressurreição e vida eterna.
Jesus revelou-nos a nossa unidade com Ele e o Pai, com a Santa Igreja, Seus seguidores e mentores da doutrina entre os homens. No mundo contemporâneo tivemos uma mensagem de João Paulo II aos jovens que nos afirma “Precisamos de Santos”…
Sejamos esses Santos, esforcemo-nos nesse sentido, tendo como orientação o que nos deixou escrito।
Se nos interrogarmos “O que devemos fazer na Igreja, principalmente nós, os jovens?” temos que aprender a conhecer a Cristo. Constantemente. Aprender de Cristo. N’Ele encontram-se verdadeiramente os tesouros insondáveis da sabedoria e da ciência. Nele, o homem, sobre quem pesa suas limitações, seus vícios, suas fraquezas e seus pecados, converte-se realmente no “homem novo”, converte-se no homem “para os demais” e converte-se também na glória de Deus, porque a glória de Deus, como disse São Irineu de Lyon, é o “homem vivente”. A experiência de dois milénios ensina-nos que, nesta obra fundamental, a missão de todo o Povo de Deus não existe nenhuma diferença essencial entre o homem e a mulher. Cada um em seu género segundo as características especificas da feminilidade e da masculinidade, chega a ser esse “homem novo”, quer dizer, esse homem “para os demais” e, como homem vivente , chega a fazer a glória de Deus, no sentido hierárquico, está dirigida pelos sucessores dos apóstolos, e, portanto, pelos homens, é ainda mais verdade que, no sentido carismático, as mulheres a “conduzem” igualmente, e inclusive melhor ainda: convido-vos a pensar frequentemente em Maria Mãe de Cristo, que com seu amor nos deu seu amado Filho até à sua morte, ressurreição e vida eterna.
Jesus revelou-nos a nossa unidade com Ele e o Pai, com a Santa Igreja, Seus seguidores e mentores da doutrina entre os homens. No mundo contemporâneo tivemos uma mensagem de João Paulo II aos jovens que nos afirma “Precisamos de Santos”…
Sejamos esses Santos, esforcemo-nos nesse sentido, tendo como orientação o que nos deixou escrito।
"Precisamos de Santos sem véu ou batina।
Precisamos de Santos de calças de ganga e ténis.
Precisamos de Santos que vão ao cinema, ouvem musica e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar, mas que se “esfalfem” na faculdade.
Precisamos de Santos que tenham tempo, todo o dia para rezar e que saibam namorar na pureza e castidade, ou que consagrem sua castidade.
Precisamos de Santos modernos, santos do século XXI, com uma espiritualidade inserida em nosso tempo.
Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças sociais.
Precisamos de Santos que vivam no mundo, que se santifiquem no mundo, que não tenham medo de viver no mundo.
Precisamos de Santos que bebam Coca Cola e comam hot-dog’s, que sejam internautas, que ouçam Mp3.
Precisamos de Santos que amem apaixonadamente a Eucaristia e que não tenham vergonha de tomar um refrigerante ou comer uma piza no fim-de-semana com os amigos.
Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro, de música, de dança, de desporto.
Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, amigos, alegres, companheiros.
Precisamos de Santos que estejam no mundo; e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo, mas que não sejam mundanos।"
Peço-vos que reforceis vossa união com os jovens de toda a igreja e de todo o mundo, no Espírito desta certeza de que Cristo é o nosso caminho, a verdade e a vida.
Unamo-nos agora na oração que ele mesmo nos ensinou, cantando o “Pai Nosso”…
“QM”
Sem comentários:
Enviar um comentário